Aprendi com o grito do silêncio do mangue, que há coisas que não precisam ser ditas, apenas sentidas! E que não há necessidade de nomenclaturas do tipo "tidas", apenas vividas! Pois tudo é ida.
O mangue grita sutilezas: se arranhe, se arranque!
O que era Eu, morre ali mesmo, no balançar de uma canoinha amarela. As raízes perfuraram meu peito, puxaram-me os cabelos, penetrou meu útero sem desvelos. Me parir por inteiro.

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