Contínuo com a estranha nescessidade de ter pessoas,
sempre próximas, as observando desconbrindo seus detalhes,
olhos, cílios, mãos, rugas de sorrisos, sobrancelhas arqueadas,
até o ressecado da boca.
Nem sempre é o todo, nem o mais bonito, são detalhes, detalhes que me atrae,
andar com alguém ao lado, e quando menos se espera, as mãos se tocam, os
dedos mindinhos encostam, rápido, mas dar pra sentir, a espotâneidade é linda.
E as duas pessoas contínuam ali, andando conversando, e as mãos esbarrando e o
espontâneo as envolvendo.
Ana Mendes.
Ana Mendes.

Nenhum comentário:
Postar um comentário