A ninfa se esconde nas árvores e não me deixa ver seus olhos, ela
se esconde em vão, pois as árvores não
apaga sua luz, e sempre a encontro pelo brilho.
Ela brinca com o
sabor dos meus pensamentos, mas não me deixa comer os seus. Me disse para não correr, já que estou manca, disse que
eu me curaria dançando, e depois poderíamos fazer piruetas.
Realmente, sem
pressa posso saboreá-la melhor. Talvez posso definir o gosto como curiosidade,
é assim que minha língua fica, curiosa por você.
Ana Mendes.


Eita POrra, eita caraiii...
ResponderExcluirkkkkkkkk não tinha visto?
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