O único peso
que carrego
é a fome...
A impingem
no meu queixo
só alerta
o que cresce:
a putrefação
do corpo.
Olho o relógio:
mas não
enxergo as
horas...
Só sinto
o relar na pele
do vento
E das vozes
ao redor
Faz-me crer
que tudo passa...
O que passa
é externo
O que fica
e acumula-se
Sou eu em mim.
que carrego
é a fome...
A impingem
no meu queixo
só alerta
o que cresce:
a putrefação
do corpo.
Olho o relógio:
mas não
enxergo as
horas...
Só sinto
o relar na pele
do vento
E das vozes
ao redor
Faz-me crer
que tudo passa...
O que passa
é externo
O que fica
e acumula-se
Sou eu em mim.

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