Esse rombo no corpo
Tal qual buraco negro
Engole tudo que vê
Pela frente
Come
Por trás
Come
Se enchendo
De vazios
A gotos seco...
Escarro um eco
Sobre teu peito:
No beijo te atropelo
Nesse roçar empoeirado
Das línguas
Não desespero.
Tua carne podre
Não tapa
Nem o buraco do meu dente
Quanto mais meu umbigo sem fundo!
Vai!
Deixa que eu mesmo me cave,
Não preciso dos teus dentes
Nem das tuas unhas
que me arrancam
Só da flexibilidade
da tua língua.
Portanto,
Me erra!
Me entra!
obs: a poesia acabou em sexo de novo...
Tal qual buraco negro
Engole tudo que vê
Pela frente
Come
Por trás
Come
Se enchendo
De vazios
A gotos seco...
Escarro um eco
Sobre teu peito:
No beijo te atropelo
Nesse roçar empoeirado
Das línguas
Não desespero.
Tua carne podre
Não tapa
Nem o buraco do meu dente
Quanto mais meu umbigo sem fundo!
Vai!
Deixa que eu mesmo me cave,
Não preciso dos teus dentes
Nem das tuas unhas
que me arrancam
Só da flexibilidade
da tua língua.
Portanto,
Me erra!
Me entra!
obs: a poesia acabou em sexo de novo...

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