Aquelas saudades estranhas
De num sei o quê?!
Como se fosse...
Uma lembrança distante e embaçada
De vivências inexistentes
São ausências daqueles instantes infinitos
Que passam
E que perduram em poemas
Enquanto a saliva de outrem
Ainda não secou em meus lábios
Minha língua coça para te dizer uns dizeres incógnitas
Me calo
Pois meu corpo é língua exposta
E meus olhos acarinham despedidas com até logos
Vou embora
Mas tu existiu
Em meus pulmões.
Ana Mendes
De num sei o quê?!
Como se fosse...
Uma lembrança distante e embaçada
De vivências inexistentes
São ausências daqueles instantes infinitos
Que passam
E que perduram em poemas
Enquanto a saliva de outrem
Ainda não secou em meus lábios
Minha língua coça para te dizer uns dizeres incógnitas
Me calo
Pois meu corpo é língua exposta
E meus olhos acarinham despedidas com até logos
Vou embora
Mas tu existiu
Em meus pulmões.
Ana Mendes

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