Quando lembro
Sinto de novo
Os cheiros
Das cores
Dos cômodos
Do ácaro
Quando revejo as lembranças
Sinto novamente
O que sentia:
Os vinhos;
As buxos falando
Sem saber de quem era;
A gastrite contagiosa
Pelo beijo da cachaça;
Da viração na cama
No banheiro e no chão.
Rebobino os olhos e sinto
nossa poesia suja de limpa
Daqui
Estou novamente lá
Na penumbra e no balançar
Que me balançou o aperreio pela angústia...
Na boca da memória
ainda há o sobejo do poema no ouvido
soando na encruzilhada das almas
de tu em mim.
Sinto de novo
Os cheiros
Das cores
Dos cômodos
Do ácaro
Quando revejo as lembranças
Sinto novamente
O que sentia:
Os vinhos;
As buxos falando
Sem saber de quem era;
A gastrite contagiosa
Pelo beijo da cachaça;
Da viração na cama
No banheiro e no chão.
Rebobino os olhos e sinto
nossa poesia suja de limpa
Daqui
Estou novamente lá
Na penumbra e no balançar
Que me balançou o aperreio pela angústia...
Na boca da memória
ainda há o sobejo do poema no ouvido
soando na encruzilhada das almas
de tu em mim.

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