Acho que tenho medo de dormir a noite e por isso vivo trocando ela pela manhã, como diz a minha mãe, e me deixo adormecer ao sol. Quando fecho meus olhos eles veem meu eu encolhido ali, num canto da cabeça desesperada. E nessas últimas linhas já não sei se sou eu ou outro que escreve. O olho do céu está se fechando aos pouquinhos... o olho vermelho do céu me escreve... o olho que chora aqui e acolá sorriu um buraco!

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