Imagino-sinto todos os comandos
Que meu cérebro ordena ao restante do corpo.
É como se tudo o que toca a minha epiderme
desse vida a esse movimento contínuo do pensar.
Sinto o fluxo de energia
Indo e voltando
Dentro de mim
Atravessando cada nervo.
Sinto uma quentura na nuca...
A Reflexão arranca de mim
Os enxertos sociais
Que me puseram:
Incoerências massenta
Que entopem meus poros
E me enquadram
Para caber no quadrado
Ideológico...
Meu corpo não cabe
no delimitado
de vocês
Serei o possível de mim
com todas as curvas possíveis
do erro...
Ana Mendes
Que meu cérebro ordena ao restante do corpo.
É como se tudo o que toca a minha epiderme
desse vida a esse movimento contínuo do pensar.
Sinto o fluxo de energia
Indo e voltando
Dentro de mim
Atravessando cada nervo.
Sinto uma quentura na nuca...
A Reflexão arranca de mim
Os enxertos sociais
Que me puseram:
Incoerências massenta
Que entopem meus poros
E me enquadram
Para caber no quadrado
Ideológico...
Meu corpo não cabe
no delimitado
de vocês
Serei o possível de mim
com todas as curvas possíveis
do erro...
Ana Mendes

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