Para quem tem as entranhas expostas, qualquer toque arde!
Poetas são viciados em instantes que parecem infinitos
Poetas são viciados na invenção gostosa quem inventam
Escrevo ou me mato
Pois não sinto comunicação vindo de parte alguma
Escrevo ou me mato
Pois não me sinto em parte alguma
São tantas camadas
Que não te sinto ao encostar no meu rosto
São tantas marcas
Que não consigo te ler
Espectadora da vida
Me emociono com o que não vivi
- distrai aí esse teu terceiro olho e sinta!-
Mato-me
Morro
Escrevo
Para dissipar
A morte diária
E aquela pergunta vazia:
Quem eu sou?
Quem é você
Diante do espelho?
Será mesmo que a gente consegue sair de si?
Cansei do gosto das cascas.
Ana Mendes
Poetas são viciados em instantes que parecem infinitos
Poetas são viciados na invenção gostosa quem inventam
Escrevo ou me mato
Pois não sinto comunicação vindo de parte alguma
Escrevo ou me mato
Pois não me sinto em parte alguma
São tantas camadas
Que não te sinto ao encostar no meu rosto
São tantas marcas
Que não consigo te ler
Espectadora da vida
Me emociono com o que não vivi
- distrai aí esse teu terceiro olho e sinta!-
Mato-me
Morro
Escrevo
Para dissipar
A morte diária
E aquela pergunta vazia:
Quem eu sou?
Quem é você
Diante do espelho?
Será mesmo que a gente consegue sair de si?
Cansei do gosto das cascas.
Ana Mendes

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