Na metalinguagem da existência
Mordo minha própria língua
Rumino um Eu
Perco poemas no itinerário do D tirol
Enquanto vegetamos nesses bancos desgastados do ônibus
Penso:
É preciso sentir ódio também
Para Poder sobreviver.
No mesmo caminho ainda há restos do acidente de ontem
E leio na lataria do Jucatour: caminho da felicidade...
A luz me cega!
Meus olhos irritados com a claridade
Enxerga a aspereza dos olhos alheios
E respondo a eles com minhas sobrancelhas arqueadas
Um grito: Enfia esse teu olho crucifixo no teu cu!
Talvez seja mais gostoso!
As feridas só tendem
A dilatar-se e afundar em tu
Aprenda de uma vez
Quem não há volta
Só
Lida!
Ana Mendes
Mordo minha própria língua
Rumino um Eu
Perco poemas no itinerário do D tirol
Enquanto vegetamos nesses bancos desgastados do ônibus
Penso:
É preciso sentir ódio também
Para Poder sobreviver.
No mesmo caminho ainda há restos do acidente de ontem
E leio na lataria do Jucatour: caminho da felicidade...
A luz me cega!
Meus olhos irritados com a claridade
Enxerga a aspereza dos olhos alheios
E respondo a eles com minhas sobrancelhas arqueadas
Um grito: Enfia esse teu olho crucifixo no teu cu!
Talvez seja mais gostoso!
As feridas só tendem
A dilatar-se e afundar em tu
Aprenda de uma vez
Quem não há volta
Só
Lida!
Ana Mendes

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