E tu que não sei quem é
Tuas palavras me cavam
Me faz querer
ler-te em pele e pelos
Sem poréns...
Masco camomila
Para simular teu hálito
Em minha língua-nariz
E sentir o gosto do cheiro
És uma lembrança inventada
Dessas que cais
Em porto e pôr do sol
Que de longe
Só vejo tua silhueta
Com luz alaranjada ao fundo
Que a fumaça do teu beck enfeita
Desfaço a dobra da tua manga
Só para ser gaiata contigo
-igual naquela ligação-
E rio um riso de deboche
De quem "tira onda"
Com tua timidez
De boezinho taurino
Não sei como terminar o poema
Que até já perdeu a rima
Sendo caminho
Não se finda
Ana Mendes
Tuas palavras me cavam
Me faz querer
ler-te em pele e pelos
Sem poréns...
Masco camomila
Para simular teu hálito
Em minha língua-nariz
E sentir o gosto do cheiro
És uma lembrança inventada
Dessas que cais
Em porto e pôr do sol
Que de longe
Só vejo tua silhueta
Com luz alaranjada ao fundo
Que a fumaça do teu beck enfeita
Desfaço a dobra da tua manga
Só para ser gaiata contigo
-igual naquela ligação-
E rio um riso de deboche
De quem "tira onda"
Com tua timidez
De boezinho taurino
Não sei como terminar o poema
Que até já perdeu a rima
Sendo caminho
Não se finda
Ana Mendes

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