Preciso voltar para casa: para meus livros inacabados, meu estômago corroído, às palavras, aos meus poemas no lixo, voltar ao meu corpo apodrecendo sobre a cama. Isto de duvidar da própria intuição enlouquece! Isto de racionalizar sentimento e não deixar-se explodir, enlouquece! Deparei-me com um eu enlouquecido num canto de rua, que vomitava pedaços de vocês...

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