paredes ostensivas teto engessado frio a janela abafa o mundo mas não é ela cada vez que respiro a dor torna-se mais bruta e poemas são instantes despedidas de gargantas abraçadas e quadris que ninam vamos manter esse espaço entre nós no qual o mundo não nos toca ou rouba a voz quando a gente sente? temos a ingenuidade de querer para sempre lembra? quando a sente... a vida ferve o morno dos dias para você que não alcanço e por isso amo
Ana Mendes

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