9:34 de um sábado de novembro. dia excepcional porquê estou desperta, algo raro para minha disposição notívaga, ainda mais com estes olhos astigmatizados sob o céu encandeante do rn. volto da casa dela, a visita foi a tentativa de um sono tranquilo. pois, a lição que não sabíamos descrever e que a personagem do filme Les Amours Imaginaries resume tão bem é: a conchinha é o que importa, rimos. é... posição fetal a dois abafando o mundo... e este tom grave na narração não diminuí o ridículo trágico de ser amor saudade dos meus teus olhos chapados ternos do infinito de nos vê...
Ana Mendes

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