Teus poemas me fatiam a carne
E nossas digressões se encontram
Estou aqui
Longe e perto
Do teu cheiro
Maconha e camomila
Toco a pele translúcida do teu rosto em lembrança inventada
Enquanto tomo meu café com tuas palavras
Em minha boca ainda há o gosto do amargo de ontem:
desencontros
Qualquer dia
Sento por trás de você
No ônibus ou no metrô
E estralo um beijo em teu ouvido
Tal qual bomba atômica
Por dentro
Te estourar
A aleatoriedade nos versos
tende a múltiplos...
Sentidos
Já não sei o que escrevo
Sussurro teu nome
Por entre linhas
Tentando rimar
Japonês com nordestino
Ana Mendes
E nossas digressões se encontram
Estou aqui
Longe e perto
Do teu cheiro
Maconha e camomila
Toco a pele translúcida do teu rosto em lembrança inventada
Enquanto tomo meu café com tuas palavras
Em minha boca ainda há o gosto do amargo de ontem:
desencontros
Qualquer dia
Sento por trás de você
No ônibus ou no metrô
E estralo um beijo em teu ouvido
Tal qual bomba atômica
Por dentro
Te estourar
A aleatoriedade nos versos
tende a múltiplos...
Sentidos
Já não sei o que escrevo
Sussurro teu nome
Por entre linhas
Tentando rimar
Japonês com nordestino
Ana Mendes

Nenhum comentário:
Postar um comentário