25/10/15
Eu - Quando tu passa com este teu coque amarrado de mandíbula exposta, tenho vontade de morder teu rosto!
Deu a tapa ao sorriso
Deu o sorriso a violência!
Ela - tu fica tão bunita desse ângulo a luz de vela
Eu - Aqui de perto
Escutando teu fôlego...
É bunito sim
És tão machucada
Que só..
Goza
Com violência.
Eu - Quando tu passa com este teu coque amarrado de mandíbula exposta, tenho vontade de morder teu rosto!
Deu a tapa ao sorriso
Deu o sorriso a violência!
Ela - tu fica tão bunita desse ângulo a luz de vela
Eu - Aqui de perto
Escutando teu fôlego...
É bunito sim
És tão machucada
Que só..
Goza
Com violência.
Acordo. Engasgo com meu próprio catarro. Bebo teu sobejo nos meus copos e te sinto nos hematomas do meu corpo. Rebobino os olhos da lembrança e vejo nossas fomes se comendo pelo chão do meu estômago! Os poemas suados que foram escritos por entre as linhas dos nossos corpos, gemem, arfam, sussurram, gritam o agora que pulsa: teus instantes, intensos e cortantes em cheiro pela minha casa...
Ana Mendes

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